29 de abril não será esquecido, por Gilberto Ribeiro

29 de abrilO dia 29 de abril ficou marcado na história do estado do Paraná, quando em uma ação comandada pelo Palácio Iguaçu, cerca de 200 pessoas ficaram feridas no Centro Cívico, em Curitiba.

Professores e servidores públicos estaduais que lutavam pela garantia de seus direitos, foram brutalmente atacadados sob as ordens do Palácio Iguaçu.

Nós, que estivemos ao lado dos servidores e professores, nessa luta, não poderíamos deixar de nos somar às manifestações deste dia de luta dos professores estaduais, contra a barbárie cometida pelo governo do Estado, no confronto de 29 de abril.

Hoje é dia de luta dos educadores do Paraná, é dia de luta dos servidores públicos do Paraná.

Não há como esquecer as imagens da PM avançando contra professores e servidores públicos. Marcharam sob ordens do comandos superiores que deveriam ser responsabilizados pelo sangue derramado no Centro Cívico.

O 29 de abril não será esquecido, mesmo que ninguém tenha sido punido pela batalha campal acontecida no Centro Cívico, porque os tiros de balas de borracha, as bombas de efeito moral, o sangue derramado nas ruas ao entorno da Assembleia Legislativa, estão e permanecerão em nossas memórias.

Por mais que alguns queiram, não senhores, não esqueceremos o 29 de abril mais violento da história da democracia no Paraná.

Menos violência, mais giz…

Gilberto Ribeiro é deputado estadual, radialista e comunicador.

No Paraná quem gasta com segurança privada pode passar a ter desconto no IPVA

No Paraná quem gasta com segurança privada pode passar a ter desconto no IPVA

No Paraná quem gasta com segurança privada pode passar a ter desconto no IPVA

O aumento no índice de criminalidade, ano após ano, vem causando espanto e preocupação à população brasileira, o que vem levando a um número crescente de pessoas físicas e jurídicas que acabam por recorrer à contratação de formas de segurança privada para garantir seu patrimônio.

Pensando nisso, o deputado Gilberto Ribeiro (PRB) propôs um Projeto de Lei junto à Assembleia Legislativa do Paraná, em que as pessoas físicas e jurídicas que, comprovadamente, tenham gastos com segurança privada, passem a ter um desconto de 3% do valor total do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Motores (IPVA).

Para o deputado Gilberto Ribeiro, é inegável que vivemos uma situação calamitosa, em todo o território nacional, no que diz respeito à segurança pública. Os números da violência em nosso país se aproximam e, em alguns casos ultrapassam, a países que estão situados em zonas de guerra.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública (publicação do Fórum Brasileiro de Segurança Pública) estima que o custo com segurança no Brasil equivalha a 5,4% do PIB (Produto Interno Bruto). Em 2013 este valor alcançou as cifras de 258 bilhões de reais.

A falta de investimentos e cuidados com as instituições de segurança pública culmina em um aumento considerável da violência.

O deputado Gilberto Ribeiro lembra que a Constituição da República Federativa do Brasil enuncia norma programática que estabelece a segurança pública como dever do Estado e garantia fundamental do tutelado. Mas, como bem se sabe, é o cidadão brasileiro e paranaense quem vem aumentando suas despesas para garantir a segurança de sua família e de seus bens pessoais, de seu patrimônio.

Assim, nada mais justificável que propor que os valores despendidos com vistas a suprir a falta da presença do Estado na área da segurança pública, tornem-se em dedução fiscal, através de, no caso, o desconto de 3% do valor total devido do IPVA.

(Assessoria / RN)

Projeto do deputado Gilberto Ribeiro estabelece prioridade na vacinação contra vírus H1N1

Projeto do deputado Gilberto Ribeiro estabelece prioridade na vacinação contra vírus H1N1

Projeto do deputado Gilberto Ribeiro estabelece prioridade na vacinação contra vírus H1N1

O deputado estadual Gilberto Ribeiro (PRB) apresentou, na Assembleia Legislativa do Paraná, Projeto de Lei que estabelece prioridade na vacinação contra a gripe “A” (H1N1) a pacientes que se submetem a hemodiálise, radioterapia, quimioterapia, pacientes transplantados, servidores da rede estadual de educação e agentes penitenciários.

No caso dos pacientes submetidos à hemodiálise, radioterapia e quimioterapia, além dos transplantados, a vacina poderá ser entregue às clínicas que realizam o tratamento destes pacientes. Os pacientes que vem sendo tratados de HIV, também receberiam a vacina nas clínicas onde realizam o seu tratamento e fazem o acompanhamento de sua saúde.

A gripe H1N1, ou gripe A, é provocada pelo vírus H1N1 da “influenza” do tipo A. Conforme informação, esta variedade de gripe já é uma consequência da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária, e do vírus da gripe suína.

É de conhecimento de todos que a gripe A pode levar à morte, seja em decorrência da sua própria infecção ou de fatores complicadores, como por exemplo, a pneumonia. Sua gravidade é sentida especialmente em alguns grupos mais vulneráveis da população, como por exemplo, os idosos e crianças abaixo de cinco anos.

Em todo o Brasil, o estado do Paraná é o terceiro com o maior número de ocorrências de infecção pelo vírus que, até o momento, já conta com mais de 30 casos confirmados. O controle da doença é um grande desafio para as autoridades públicas, uma vez que a forma de contágio da gripe permite a rápida proliferação do vírus, e sua falta de controle pode ser uma verdadeira tragédia.

As campanhas de vacinação realizadas no Estado cumprem a agenda do governo federal, distribuindo, gratuitamente, a vacina àqueles cidadões elencados como grupo de risco, sejam eles idosos, os doentes crônicos, as crianças, e os profissionais da saúde.

Para o deputado Gilberto Ribeiro, mais pessoas deveriam ser encaixadas no grupo de risco, como: professores da rede estadual de ensino que por razão do contato permanente e direto com o público (estudantes), são colocados em permanente risco de contágio. Além deles, os funcionários que trabalham nas escolas são potenciais vítimas de gripe A, assim como os agentes penitenciários que atuam no sistema carcerário também estão expostos a este risco.

O Projeto de Lei do deputado Gilberto Ribeiro visa ampliar o grupo de risco, no Estado do Paraná, para que pacientes que se submente à hemodiálise, radioterapia e quimioterapia, assim como pacientes transplantados, além dos servidores da educação lotados em escolas públicas, e agentes penitenciários que atuam nas carceragens, venham a ter acesso prioritário à vacinação contra a gripe H1N1.

/// Assessoria